terça-feira, 4 de agosto de 2009

Uma questão de conceito

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O amor duradouro não é um estado, mas uma sucessão de trevas e luzes fascinantes. É uma perda contínua e um maravilhoso reencontro. É como o pulsar de um coração: uma sucessão de vazios? a diástole? e de cheios? a sístole. Não é estático; é feito de vagas, como o mar e como a luz. (Francesco Alberoni, Jornal I, 04/08/09)